quarta-feira, setembro 26, 2007
I touch my self - um video polémico do início dos anos 90
I love myself I want you to love me
When I feel down I want you above me
I search myself I want you to find me
I forget myself I want you to remind me
I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else Oh no, oh no, oh no
You're the one who makes me come running
You're the sun who makes me shine
When you're around I'm always laughing
I want to make you mine
I close my eyes and see you before me
Think I would die if you were to ignore me
A fool could see just how much I adore you
I get down on my knees I do anything for you
I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else
Oh no, oh no, oh no
I want you I don't want anybody else
And when I think about you I touch myself
Ooh, ooh, oo, oo. ahh
I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else
Oh no, oh no, oh no
terça-feira, setembro 18, 2007
Esta semana : Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa
vão a :
http://www.lisbonfilmfest.com/pt/pt.html
Porque é bom estar junto de alguém de quem gostamos !
E porque um dia os seres humanos escolherão amar não pelo género mas pela pessoa como realmente é :
segunda-feira, setembro 17, 2007
SEXUALIDADE MASCULINA

Orgãos Sexuais Externos

Bolsa escrotal
Contem os dois testículos e parte do pênis. A parte externa do pênis chama-se rafe peniana ou corpo do pênis, e constitui a sua parte pendular. A parte separada do corpo do pênis por um suco coronal, chama-se glande. Esta é a parte mais sensível do pênis devido às inúmeras terminações nervosas, papilas gustativas e corpúsculos sensíveis à pressão e ao tato. Na extremidade inferior da glande, encontramos o meato uretral, que é o orifício por onde são expelidos o esperma e a urina.
A bolsa escrotal é formada por uma camada muito fina enervada por fibras musculares que afastam os testículos com o calor e os aproxima com o frio, a fim de que a produção dos espermatozóides se mantenha sempre na mesma temperatura (abaixo de 37º). Nos testículos são produzidos os espermatozóides e os hormônios LH, FSH e testosterona.
Pénis
O pénis é constituído anatomicamente por três cilindros justapostos e envolvidos por bainhas de tecidos para a sua consistência e fixação. Estes invólucros recobrem os dois corpos cavernosos individualmente e o corpo esponjoso, e são chamados albugíneas. Existe um tegumento que recobre toda a extensão do pénis, logo abaixo da pele. Outro invólucro recobre o conjunto dos corpos cavernosos e corpo esponjoso unindo-os em feixes e recebe o nome de fáscia de Buck.
No dorso do pénis estão localizados, lado a lado, dois cilindros erécteis chamados corpos cavernosos e, sob estes dois está situado o corpo esponjoso em cujo interior existe um canal chamado uretra para dar passagem ao sémen e à urina.
é um órgão cilíndrico, composto, em sua maior parte, por tecidos que podem enrijecer-se quando se enchem de sangue. Esses tecidos estão imediatamente abaixo da pele e separados do conduto urinário. Estão agrupados em duas espécies de cilindros, uma ao lado do outro, chamados "corpos cavernosos" e se estendem desde o osso púbico até a glande.

Normalmente, as paredes que constituem esses corpos cavernosos estão quase secas, pregadas uma à outra. Quando, durante a excitação sexual, o sangue entra nesse tecido, fica retido lá dentro. Produz-se então uma clara expansão, tanto no sentido longitudinal, como na largura. Este é o mecanismo estrito da ereção: o enchimento, com sangue, desses tecidos habitualmente vazios.
Enquanto o sangue fica retido dentro dos corpos cavernosos, a ereção se mantém. Ela é conseqüência do fluxo de entrada, menos o fluxo de saída.Quando existe alguma alteração no volume de sangue que chega (arterial) ou na quantidade de sangue que sai (venoso), o sangue escapando pelas veias penianas para o interior do abdome, ocorre a chamada detumescência, cuja conseqüência final é a ausência de ereção, a flacidez. O pênis em estado de repouso tem um tamanho diferente de quando ereto, que, dessa forma, pode ficar até três vezes maior.
Dimensões do pénis
O comprimento médio do pénis adulto mede cerca de 10 a 11 centímetros por 8 a 9 centímetros de circunferência, em estado de flacidez (mole), podendo variar tanto para mais como para menos dependendo da constituição física de cada indivíduo. Esta dimensão é válida para a parte que sobressai externamente. Considerando a parte interna remanescente o pénis assume o comprimento médio de 15 a 16 centímetros em estado de repouso.
O pénis em estado de erecção possui um comprimento médio de 15 a 16 centímetros por 10 a 12 centímetros de circunferência, podendo também variar para mais ou menos esta medida. O tamanho do pénis, acrescido da parte pélvica interna, totaliza uma dimensão média em torno de 20 a 21 centímetros.
O pénis é constituído em sua extensão total de duas extremidades, anterior e posterior e de uma parte intermediária correspondente ao corpo.
Na parte anterior, ou mais precisamente em sua ponta, está localizada a glande que é também conhecida popularmente de cabeça do pénis. A glande é recoberta parcial ou totalmente por um capuz cutâneo denominado prepúcio.
O prepúcio, em condições normais, é flexível e adapta-se confortavelmente aos movimentos do coito. Observa-se no vértice da glande o meato da uretra por onde é projectado o sémen e a urina. A glande se destaca por apresentar coloração avermelhada intensa e diâmetro maior que a parte restante do pénis durante a erecção. A parte mais proeminente da glande é a que corresponde à coroa. Entre o prepúcio retraído e a glande nota-se um sulco circundante chamado colo do pênis ou sulco coronário. Entre o prepúcio e a face inferior da glande se estende uma prega denominada freio do prepúcio.
É a pele que cobre o pênis e a glande até o sulco coronal. Fimose é quando essa pele tem um orifício muito pequeno, dificultando a exteriorização da glande. Quando é excessivamente longa, trata-se de prepúcio redundante. Nesses dois casos deve ser feita uma intervenção cirúrgica
Os Órgãos Sexuais Internos

Testículos
Os testículos são duas glândulas sexuais masculinas responsáveis pela secreção do sémen ou esperma. Os testículos estão contidos dentro das bolsas escrotais. Sob a pele das bolsas escrotais estão situados os músculos dartos que retraem-se e distendem-se dependendo das variações da temperatura atmosférica.
A formação dos espermatozóides acontecem dentro dos tubos seminíferos localizados dentro dos 200 a 300 lóbulos e que convergem para formar uma rede chamada rede de Haller ou rete testis. A partir da rede de Haller formam-se 10 a 15 condutos eferentes que, por sua vez, convergem para formar uma estrutura chamada epidídimo.

Estruturas que transportam o sêmen
O epidídimo é a primeira parte das vias espermáticas, sendo um tubo colector que envolve o testículo numa extensão de mais ou menos 5 centímetros, para a partir daí, transformar-se no canal deferente.
O canal deferente é um tubo com comprimento aproximado entre 35 a 45 centímetros que origina no epidídimo até a vesícula seminal próximo à bexiga.
A vesícula seminal é um órgão oco que produz o líquido seminal, um dos componentes do ejaculado, servindo também como reservatório de espermatozóides entre os espaços de uma ejaculação e outra.

Os condutos ejaculadores são uma extensão dos canais deferentes, ou seja, sua parte terminal e o colo das vesículas seminais confluem na uretra para permitir o prosseguimento da viagem dos espermatozóides para fora através do pénis.
Por fim o sémen atinge a uretra que é um conduto com dupla função, servindo ao escoamento da urina e à ejaculação do sémen. A uretra percorre um trajecto de aproximadamente 16 centímetros, partindo da bexiga e terminando no meato urinário, ou seja, na abertura externa da uretra.

A uretra é constituída por três partes,
- sendo três centímetros correspondente à porção que passa através da próstata;
- a porção que se estende da próstata até o bulbo esponjoso é denominada de uretra membranosa e possui apenas um centímetro de comprimento;
- a última porção é denominada uretra peniana e apresenta um comprimento médio em torno de 12 centímetros.
Testículos:são glândulas sexuais masculinas, cuja função é a produção de hormonas e de espermatozóides. Uma das hormonas produzidas é a testerona, responsável pelas características secundárias masculinas, como pêlos, voz,
músculos. Tem a forma de dois ovos e para sentí-los basta apalpar o saco escrotal.
Epidímo:um canal ligado aos testículos. Os espermatozóides são produzidos nos testículos e ficam armazenados no epidídimo até amadurecerem e serm expedidos no momento da ejaculação.
Canais deferentes: são dois canais muito finos que saem dos testículos e servem para conduzir os espermatozóides até à próstata.
Vesículas seminais: são duas bolsas localizadas atrás e abaixo da beixiga, cuja função principal é contribuir com fluídos para facilitar a saída dos espermatozóides.
Canal ejaculador:é formado pela junção da canal deferente coma visícula seminal. É curto e recto e quase todo o seu trajecto está situado ao lado da próstata, terminando na uretra.
Glândulas Anexas
Próstata: A próstata é um órgão ímpar, porém constituída de estrutura glandular e muscular de forma comparada a uma castanha. A próstata é considerada um aglomerado de, aproximadamente, 40 glândulas cuja função é produzir o líquido prostático para garantir a vitalidade dos espermatozóides. O líquido prostático é alcalino, viscoso e constitui-se de proteínas, cálcio, colesterol e enzimas.
Glândulas de Cowper: As glândulas de Cowper, também chamadas bulbouretrais estão localizadas no bulbo peniano e seus condutos confluem para a porção inicial da uretra esponjosa. As glândulas bulbouretrais ou de Cowper produzem, durante a fase de excitação sexual, uma substância viscosa e transparente, cuja função é neutralizar a acidez da urina e aglutinar os espermatozóides.
terça-feira, setembro 11, 2007
Mulheres deste século DIVIRTAM-SE
desculpem a letra grande mas tem mesmo que ser :
MULHERES :
-DANCEM
-SORRIAM
-SONHEM
-AMEM
-SAIAM COM AS VOSSAS AMIGAS
-PONHAM-SE BONITAS PARA VOCES E NÃO PARA OS HOMENS E À VOSSA MANEIRA
-USEM MINI SAIAS
-USEM SALTOS ALTOS ( BEM ALTOS NEM QUE SEJA UMA VEZ NA VOSSA VIDA)
-VÃO ÀS PERFUMARIAS E EXPERIMENTEM OS PERFUMES ( É À BORLA)
-RIAM
-CHOREM
-NÃO GASTAM OS VOSSOS NEURÓNIOS A PERGUNTAREM-SE PORQUE É QUE OS HOMENS NÃO VOS ENTENDEM
-SALTEM DE ALEGRIA
-COMPREM COISAS QUE NINGUÉM PERCEBE PORQUE COMPRARAM
-RECLAMEM
-VEJAM OS FILMES QUE NENHUM HOMEM PODE PERCEBER PORQUE GOSTAM
-NÃO SE ENVERGONHEM PORQUE ESTÃO MAIS GORDINHAS- SÃO LINDAS
-DESCUBRAM O VOSSO CORPO E NÃO TENHAM MEDO DO PRAZER QUE SENTEM
-FANTASIEM
-APRENDAM COM OS VOSSOS ERROS
- NÃO PERCAM TEMPO COM HOMENS/MULHERES QUE VOS FAZEM INFELIZES
- VIAJEM SOZINHAS OU ACOMPANHADAS
- FAÇAM DANÇAM ORIENTAL
- LUTEM PELOS VOSSOS DIREITOS
- NÃO SE PREOCUPEM COM AS VOSSAS LIDAS DA CASA- DEEM FOLGA À CASA
- TENHAM MUITOS ORGASMOS-
- NÃO TENHAM MEDO DE SER FELIZES , HÁ SEMPRE UMA JANELA QUE SE ABRE CERTO ?
sobretudo SEJAM MULHERES E MUITO FELIZES
Mulheres que lêem este blog : escrevam o que vos dá prazer nesta vida , os vossos comentários serão muito uteis para o proximo post
quinta-feira, agosto 30, 2007
Meninas e Senhoras MASTURBEM-SE ; descubram e tenham prazer
MASTURBAÇÃO FEMININA - 1ª PARTE






Toque seu corpo com privacidade e calma. Olhe-se no espelho e perceba os detalhes.
Ter consciência do corpo e conhecer as suas áreas mais intensas permite-lhe ser mais receptiva e ter mais prazer. A intenção é mostrar que não é só a zona genital que precisa ficar erotizada: o corpo inteiro deve participar do processo, da ponta dos pés à raiz dos cabelos
a. Faça movimentos circulares com a bacia.
b. Movimente a pélvis para frente e para trás.
c. Deitada, bem relaxada, respire levando o ar para o baixo ventre. Sinta-o tomar espaço na região, liberando a tensão contida, que faz com que a sensibilidade fique bastante diminuída.
d. Contraia a musculatura interna da vagina e do colo do útero. Tome consciência dessa região, porque é uma parte do corpo que não se vê. Em seguida relaxe.
e. Deitada no chão, com os olhos fechados, movimente a bacia para cima, para baixo e para os lados, percebendo como o quadril se encaixa no solo.
Apesar de culturalmente acreditar-se no contrário, na fase adulta a masturbação continua sendo uma importante fonte de gratificação sexual e, para muitas mulheres, constitui-se no único meio de obtenção de orgasmos.
Através dela, a Mulher pode sentir-se dona do seu próprio prazer, sem precisar submeter-se a uma relação a dois não gratificante apenas para obter prazer sexual, além dela poder tornar-se uma demonstração de amor próprio, visto que este será um tempo que ela dedicará só a exploração do seu próprio corpo e à procura do prazer. É um momento reservado para ouvir os desejos do corpo.
Como funções mais específicas desta fase, pode-se citar:
- relaxar após actividades stressantes;
- compensar a ausência de um parceiro;
- aliviar a tensão sexual após a cópula entre parceiros que funcionam em ritmos diferentes e que não tenham alcançado o orgasmo;
- imprimir aos jogos eróticos uma NOVA FORMA DE OBTER PRAZER libertando-se dos reducionismos da mera penetração vaginal, tão comum nos relacionamentos prolongados;
- isentar-se de um relacionamento arriscado e descompensador;
- viver um prazer autoconquistado, isentando-se da dependência emocional que ocorre na relação a dois;
- libertar a criatividade e a fantasia vivenciando situações que muitas vezes não são aceitas pelo (a) parceiro (a);
- obter a erecção desejada para a realização da cópula.
"Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar
e então são os meus
já os teus dedos
e são meus dedos
já a tua boca
que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca
Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios
que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma"
Maria Teresa Horta






Toque seu corpo com privacidade e calma. Olhe-se no espelho e perceba os detalhes.
Ter consciência do corpo e conhecer as suas áreas mais intensas permite-lhe ser mais receptiva e ter mais prazer. A intenção é mostrar que não é só a zona genital que precisa ficar erotizada: o corpo inteiro deve participar do processo, da ponta dos pés à raiz dos cabelos
a. Faça movimentos circulares com a bacia.
b. Movimente a pélvis para frente e para trás.
c. Deitada, bem relaxada, respire levando o ar para o baixo ventre. Sinta-o tomar espaço na região, liberando a tensão contida, que faz com que a sensibilidade fique bastante diminuída.
d. Contraia a musculatura interna da vagina e do colo do útero. Tome consciência dessa região, porque é uma parte do corpo que não se vê. Em seguida relaxe.
e. Deitada no chão, com os olhos fechados, movimente a bacia para cima, para baixo e para os lados, percebendo como o quadril se encaixa no solo.
Apesar de culturalmente acreditar-se no contrário, na fase adulta a masturbação continua sendo uma importante fonte de gratificação sexual e, para muitas mulheres, constitui-se no único meio de obtenção de orgasmos.
Através dela, a Mulher pode sentir-se dona do seu próprio prazer, sem precisar submeter-se a uma relação a dois não gratificante apenas para obter prazer sexual, além dela poder tornar-se uma demonstração de amor próprio, visto que este será um tempo que ela dedicará só a exploração do seu próprio corpo e à procura do prazer. É um momento reservado para ouvir os desejos do corpo.
Como funções mais específicas desta fase, pode-se citar:
- relaxar após actividades stressantes;
- compensar a ausência de um parceiro;
- aliviar a tensão sexual após a cópula entre parceiros que funcionam em ritmos diferentes e que não tenham alcançado o orgasmo;
- imprimir aos jogos eróticos uma NOVA FORMA DE OBTER PRAZER libertando-se dos reducionismos da mera penetração vaginal, tão comum nos relacionamentos prolongados;
- isentar-se de um relacionamento arriscado e descompensador;
- viver um prazer autoconquistado, isentando-se da dependência emocional que ocorre na relação a dois;
- libertar a criatividade e a fantasia vivenciando situações que muitas vezes não são aceitas pelo (a) parceiro (a);
- obter a erecção desejada para a realização da cópula.
"Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar
e então são os meus
já os teus dedos
e são meus dedos
já a tua boca
que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca
Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios
que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma"
Maria Teresa Horta
quarta-feira, agosto 29, 2007
CONHEÇAM , EXPLOREM E FALEM !!!!!
SEXUALIDADE FEMININA - 2ª PARTE
Conheçam, explorem e falem !
Conheçam, explorem e falem !
CONHEÇAM
EXPLOREM
FALEM

Na mulher a resposta sexual feminina é muito mais complexa do que a masculina. Envolve decisão, estímulos sexuais adequados, motivação, processamento biológico e psicológico, excitação, desejo sexual, e múltiplas razões para iniciar e concordar com a interacção sexual.
Na sexualidade feminina pela sua complexidade, interagem diversos factores como por exemplo stresse, depressão, fadiga, interacções sexuais pouco excitantes, restrições sociais, inadequação do parceiro...que levam à tal AUSÊNCIA DE RESPOSTA SEXUAL.
A própria sociedade encarregou-se de atribuir conceitos discriminatórios a sexualidade feminina passando por rótulos como "mulher frígida" até como "mulher ninfomaníaca", sendo-lhe deste modo atribuído e perpetuado com um carácter disfuncional. Isto acontece face ainda ao desconhecimento do funcionamento do aparelho sexual feminino e dos factores subjacentes à resposta sexual.
ÓRGÃO SEXUAL FEMININO:( vamos recapitular de forma mais simples)
A vulva
Os órgãos externos ou genitais da mulher estão contidos numa área chamada vulva. A vulva está situada entre as coxas e encontra-se limitada pelo ânus e à frente pelo monte-de-vénus (mon púbis).
O mon púbis é a área em que se encontra coberta pelos pêlos púbicos. O orifício da vagina fica entre os pequenos lábios ( lábia minora) da vulva. São divididos em duas metades: esquerda e direita por uma fenda. Os lábios exteriores da vagina são chamados de lábia majora (lábios maiores). A pele desta superfície exterior é áspera e pilosa ( o equivalente masculino ao escroto)
Os pequenos lábios possuem uma pele suave que recobre a superfície interior. Variam de cor. Frequentemente um lábio é maior do que o outro. Normalmente ambos os lábios aumentam e acentuam a cor durante a excitação sexual. Os lábios juntam-se abaixo do clítoris.
O clítoris
Técnica e anatomicamente, o clítoris corresponde ao pénis, e tal como o pénis sofre uma erecção quando sexualmente excitado. O clítoris é muito mais pequeno, varia consideravelmente de mulher para mulher, entre 2 a 13 milímetros, mas a sua dimensão não está relacionada com a capacidade de prazer sexual.
O clítoris situa-se entre as partes da frente dos pequenos lábios. Consiste numa haste e numa cabeça, sendo a cabeça ligeiramente bulbosa, aparte final do órgão. A cabeça é muito sensível. O clítoris quando excitado enche-se de sangue e sofre uma erecção, embora para se produzir esta excitação não seja necessário uma estimulação directa. Tocando e mexendo na vulva, à volta do clítoris, e nos pequenos lábios, provoca-se uma excitação no clítoris, distendendo-se com o enchimento dos vasos sanguíneos.
Quando se pratica a masturbação o clítoris deve ser é estimulado directamente e com regularidade durante algum tempo. As técnicas variam de mulher para mulher. Algumas mulheres conseguem obter prazer manipulando a haste mas outras preferem directamente o terminal nervoso.
Durante as relações sexuais o clítoris é estimulado indirectamente pelo pénis pressionando a área da vulva. Isto pode ser muito excitante para bastantes mulheres e normalmente as posições melhores para este tipo de estimulação são as da mulher por cima ou as posições de lado. Algumas mulheres não conseguem ser suficientemente estimuladas de modo a chegarem ao orgasmo por este método e preferem uma estimulação manual directa no clítoris, quer por auto-estimulação durante o sexo, quer com a ajuda do parceiro.
A Vagina
Abaixo do clítoris está o orifício da uretra ou canal urinário; abaixo o orifício vaginal. A entrada é denominada o introitus (o hímen intacto de uma mulher virgem cobre esta entrada).
Os himens variam bastante e atribui-se uma importância exagerada a esta membrana. É o símbolo da virtude, mas se não está intacto, isso não prova que a rapariga não é virgem. Algumas mulheres virgens possuem uma entrada mais larga onde o hímen pode ter sido esticado ou perfurado face à prática de desporto, inserção de tampões ou dos próprios dedos.
Outras mulheres possuem um hímen espesso e duro, o que torna difícil e doloroso a penetração. Muitas vezes é necessário uma pequena cirurgia quando este caso se verifica.
A vagina é o caminho entre o útero e a vulva. Anatomicamente a função da vagina é conter o pénis erecto e permitir que ele deposite o sémen perto do útero, para que este possa fertilizar um óvulo. Além desta função a vagina também dá prazer. A estimulação da vagina desempenha um papel importante na excitação da mulher e na condução ao orgasmo. O espaço dentro da vagina quando não está em actividade está encostado uma à outra obliterando o espaço. As paredes da vagina possuem bastante elasticidade e são capazes de admitir pénis de qualquer tamanho.
A vagina está concebida para acomodar a cabeça de um bebé durante o parto.
Quando a mulher começa a estar excitada, a vagina é lubrificada, permitindo o aumento das paredes vaginais. Quando o pénis penetra a vagina, o espaço abre-se de acordo com o comprimento do órgão masculino.
Alem de dilatar para admitir a grossura do pénis, a vagina também pode alongar para acomodar o seu comprimento. É necessário no entanto que amulher esteja bem lubrificada para não sentir dores com a penetração.
A lubrificação genital, não acontece só com o contacto directo, mas também por pensar ou ler sobre assuntos sexuais ou ver imagens relacionadas com sexo.
A parede vaginal é formada por duas camada de tecido o forro interior que é suave e húmido e a camada exterior que é espessa. Durante o orgasmo um terço da parte exterior da vagina sofre uma série de fortes contracções rítmicas. Este musculo que rodeia o orifício da vagina e que também chega à sua parte interior, rodeando o ânus denomina-se de musculo pubio-coccígeo. Este músculo pode contrair-se voluntariamente e durante as relações sexuais pode rodear o pénis mais firmemente e provocar uma excitação adicional.
A história pessoal e as experiencias de cada mulher determinam o estádio presente do comportamento sexual.
A aprendizagem é inerente ao ser humano e a educação sexual desempenha um papel importante na vida, pois como somos também seres sexuais, a forma de vivenciarmos a nossa sexualidade está relacionada igualmente com a nossa competência sexual; é que a incompetência sexual deriva da ignorância sobre como actuar no sexo.

Conhecer a maneira de estimular o clítoris com a mão durante a auto-masturbação ou masturbação efectuada pelo parceiro, é um problema de exploração e medo de conhecer o corpo. A partir da exploração e da manipulação é que se identificam as áreas que produzem maior prazer ou desencadeiam o orgasmo.
O conhecimento de como dar prazer é muitas vezes incompleto, quer por falta de imaginação, timidez, falta de comunicação, dificuldade em dar voz às sensações...
A anatomia feminina continua ainda um grande bicho com mais de 7 cabeças para o sector masculino. Muitos homens não sabem que o orgasmo é importantíssimo para a mulher!!!!
Alguns não sabem quais são as zonas prazerosas e erógenas da mulher!!!
Muitos não conseguem entender o ritmo sgundo o qual ela deseja ser levada sexualmente!!!
Outros não sabem mais do que 2 posições sexuais diferentes!

Assim homens, explorem o corpo da vossa mulher, esposa, namorada, companheira, amiga...explorem...EXPLOREM!!!
Assim mulheres falem, falem daquilo que vos dá prazer e encaminhem as mãos do vosso homem, marido, namorado, companheiro, amigo... para aonde vos dá prazer! FALEM!!!
(artigo de Raquel Figueiredo publicado na
revista Bons Vicius)
Conheçam, explorem e falem !
Conheçam, explorem e falem !
CONHEÇAM
EXPLOREM
FALEM

Na mulher a resposta sexual feminina é muito mais complexa do que a masculina. Envolve decisão, estímulos sexuais adequados, motivação, processamento biológico e psicológico, excitação, desejo sexual, e múltiplas razões para iniciar e concordar com a interacção sexual.
Na sexualidade feminina pela sua complexidade, interagem diversos factores como por exemplo stresse, depressão, fadiga, interacções sexuais pouco excitantes, restrições sociais, inadequação do parceiro...que levam à tal AUSÊNCIA DE RESPOSTA SEXUAL.
A própria sociedade encarregou-se de atribuir conceitos discriminatórios a sexualidade feminina passando por rótulos como "mulher frígida" até como "mulher ninfomaníaca", sendo-lhe deste modo atribuído e perpetuado com um carácter disfuncional. Isto acontece face ainda ao desconhecimento do funcionamento do aparelho sexual feminino e dos factores subjacentes à resposta sexual.
ÓRGÃO SEXUAL FEMININO:( vamos recapitular de forma mais simples)
A vulva
Os órgãos externos ou genitais da mulher estão contidos numa área chamada vulva. A vulva está situada entre as coxas e encontra-se limitada pelo ânus e à frente pelo monte-de-vénus (mon púbis).
O mon púbis é a área em que se encontra coberta pelos pêlos púbicos. O orifício da vagina fica entre os pequenos lábios ( lábia minora) da vulva. São divididos em duas metades: esquerda e direita por uma fenda. Os lábios exteriores da vagina são chamados de lábia majora (lábios maiores). A pele desta superfície exterior é áspera e pilosa ( o equivalente masculino ao escroto)
Os pequenos lábios possuem uma pele suave que recobre a superfície interior. Variam de cor. Frequentemente um lábio é maior do que o outro. Normalmente ambos os lábios aumentam e acentuam a cor durante a excitação sexual. Os lábios juntam-se abaixo do clítoris.
O clítoris
Técnica e anatomicamente, o clítoris corresponde ao pénis, e tal como o pénis sofre uma erecção quando sexualmente excitado. O clítoris é muito mais pequeno, varia consideravelmente de mulher para mulher, entre 2 a 13 milímetros, mas a sua dimensão não está relacionada com a capacidade de prazer sexual.
O clítoris situa-se entre as partes da frente dos pequenos lábios. Consiste numa haste e numa cabeça, sendo a cabeça ligeiramente bulbosa, aparte final do órgão. A cabeça é muito sensível. O clítoris quando excitado enche-se de sangue e sofre uma erecção, embora para se produzir esta excitação não seja necessário uma estimulação directa. Tocando e mexendo na vulva, à volta do clítoris, e nos pequenos lábios, provoca-se uma excitação no clítoris, distendendo-se com o enchimento dos vasos sanguíneos.
Quando se pratica a masturbação o clítoris deve ser é estimulado directamente e com regularidade durante algum tempo. As técnicas variam de mulher para mulher. Algumas mulheres conseguem obter prazer manipulando a haste mas outras preferem directamente o terminal nervoso.
Durante as relações sexuais o clítoris é estimulado indirectamente pelo pénis pressionando a área da vulva. Isto pode ser muito excitante para bastantes mulheres e normalmente as posições melhores para este tipo de estimulação são as da mulher por cima ou as posições de lado. Algumas mulheres não conseguem ser suficientemente estimuladas de modo a chegarem ao orgasmo por este método e preferem uma estimulação manual directa no clítoris, quer por auto-estimulação durante o sexo, quer com a ajuda do parceiro.
A Vagina
Abaixo do clítoris está o orifício da uretra ou canal urinário; abaixo o orifício vaginal. A entrada é denominada o introitus (o hímen intacto de uma mulher virgem cobre esta entrada).
Os himens variam bastante e atribui-se uma importância exagerada a esta membrana. É o símbolo da virtude, mas se não está intacto, isso não prova que a rapariga não é virgem. Algumas mulheres virgens possuem uma entrada mais larga onde o hímen pode ter sido esticado ou perfurado face à prática de desporto, inserção de tampões ou dos próprios dedos.
Outras mulheres possuem um hímen espesso e duro, o que torna difícil e doloroso a penetração. Muitas vezes é necessário uma pequena cirurgia quando este caso se verifica.
A vagina é o caminho entre o útero e a vulva. Anatomicamente a função da vagina é conter o pénis erecto e permitir que ele deposite o sémen perto do útero, para que este possa fertilizar um óvulo. Além desta função a vagina também dá prazer. A estimulação da vagina desempenha um papel importante na excitação da mulher e na condução ao orgasmo. O espaço dentro da vagina quando não está em actividade está encostado uma à outra obliterando o espaço. As paredes da vagina possuem bastante elasticidade e são capazes de admitir pénis de qualquer tamanho.
A vagina está concebida para acomodar a cabeça de um bebé durante o parto.
Quando a mulher começa a estar excitada, a vagina é lubrificada, permitindo o aumento das paredes vaginais. Quando o pénis penetra a vagina, o espaço abre-se de acordo com o comprimento do órgão masculino.
Alem de dilatar para admitir a grossura do pénis, a vagina também pode alongar para acomodar o seu comprimento. É necessário no entanto que amulher esteja bem lubrificada para não sentir dores com a penetração.
A lubrificação genital, não acontece só com o contacto directo, mas também por pensar ou ler sobre assuntos sexuais ou ver imagens relacionadas com sexo.
A parede vaginal é formada por duas camada de tecido o forro interior que é suave e húmido e a camada exterior que é espessa. Durante o orgasmo um terço da parte exterior da vagina sofre uma série de fortes contracções rítmicas. Este musculo que rodeia o orifício da vagina e que também chega à sua parte interior, rodeando o ânus denomina-se de musculo pubio-coccígeo. Este músculo pode contrair-se voluntariamente e durante as relações sexuais pode rodear o pénis mais firmemente e provocar uma excitação adicional.
A história pessoal e as experiencias de cada mulher determinam o estádio presente do comportamento sexual.
A aprendizagem é inerente ao ser humano e a educação sexual desempenha um papel importante na vida, pois como somos também seres sexuais, a forma de vivenciarmos a nossa sexualidade está relacionada igualmente com a nossa competência sexual; é que a incompetência sexual deriva da ignorância sobre como actuar no sexo.

Conhecer a maneira de estimular o clítoris com a mão durante a auto-masturbação ou masturbação efectuada pelo parceiro, é um problema de exploração e medo de conhecer o corpo. A partir da exploração e da manipulação é que se identificam as áreas que produzem maior prazer ou desencadeiam o orgasmo.
O conhecimento de como dar prazer é muitas vezes incompleto, quer por falta de imaginação, timidez, falta de comunicação, dificuldade em dar voz às sensações...
A anatomia feminina continua ainda um grande bicho com mais de 7 cabeças para o sector masculino. Muitos homens não sabem que o orgasmo é importantíssimo para a mulher!!!!
Alguns não sabem quais são as zonas prazerosas e erógenas da mulher!!!
Muitos não conseguem entender o ritmo sgundo o qual ela deseja ser levada sexualmente!!!
Outros não sabem mais do que 2 posições sexuais diferentes!

Assim homens, explorem o corpo da vossa mulher, esposa, namorada, companheira, amiga...explorem...EXPLOREM!!!
Assim mulheres falem, falem daquilo que vos dá prazer e encaminhem as mãos do vosso homem, marido, namorado, companheiro, amigo... para aonde vos dá prazer! FALEM!!!
(artigo de Raquel Figueiredo publicado na
revista Bons Vicius)
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