terça-feira, setembro 11, 2007

Mulheres deste século DIVIRTAM-SE





desculpem a letra grande mas tem mesmo que ser :
MULHERES :

-DANCEM
-SORRIAM
-SONHEM
-AMEM
-SAIAM COM AS VOSSAS AMIGAS
-PONHAM-SE BONITAS PARA VOCES E NÃO PARA OS HOMENS E À VOSSA MANEIRA
-USEM MINI SAIAS
-USEM SALTOS ALTOS ( BEM ALTOS NEM QUE SEJA UMA VEZ NA VOSSA VIDA)
-VÃO ÀS PERFUMARIAS E EXPERIMENTEM OS PERFUMES ( É À BORLA)
-RIAM
-CHOREM
-NÃO GASTAM OS VOSSOS NEURÓNIOS A PERGUNTAREM-SE PORQUE É QUE OS HOMENS NÃO VOS ENTENDEM
-SALTEM DE ALEGRIA
-COMPREM COISAS QUE NINGUÉM PERCEBE PORQUE COMPRARAM
-RECLAMEM
-VEJAM OS FILMES QUE NENHUM HOMEM PODE PERCEBER PORQUE GOSTAM
-NÃO SE ENVERGONHEM PORQUE ESTÃO MAIS GORDINHAS- SÃO LINDAS
-DESCUBRAM O VOSSO CORPO E NÃO TENHAM MEDO DO PRAZER QUE SENTEM
-FANTASIEM
-APRENDAM COM OS VOSSOS ERROS
- NÃO PERCAM TEMPO COM HOMENS/MULHERES QUE VOS FAZEM INFELIZES
- VIAJEM SOZINHAS OU ACOMPANHADAS
- FAÇAM DANÇAM ORIENTAL
- LUTEM PELOS VOSSOS DIREITOS
- NÃO SE PREOCUPEM COM AS VOSSAS LIDAS DA CASA- DEEM FOLGA À CASA
- TENHAM MUITOS ORGASMOS-
- NÃO TENHAM MEDO DE SER FELIZES , HÁ SEMPRE UMA JANELA QUE SE ABRE CERTO ?


sobretudo SEJAM MULHERES E MUITO FELIZES









Mulheres que lêem este blog : escrevam o que vos dá prazer nesta vida , os vossos comentários serão muito uteis para o proximo post




como era ensinado o sexo às Mulheres?






Ponto G Existe ?




procura e toca



quinta-feira, agosto 30, 2007

Meninas e Senhoras MASTURBEM-SE ; descubram e tenham prazer

MASTURBAÇÃO FEMININA - 1ª PARTE











Toque seu corpo com privacidade e calma. Olhe-se no espelho e perceba os detalhes.

Ter consciência do corpo e conhecer as suas áreas mais intensas permite-lhe ser mais receptiva e ter mais prazer. A intenção é mostrar que não é só a zona genital que precisa ficar erotizada: o corpo inteiro deve participar do processo, da ponta dos pés à raiz dos cabelos


a. Faça movimentos circulares com a bacia.
b. Movimente a pélvis para frente e para trás.
c. Deitada, bem relaxada, respire levando o ar para o baixo ventre. Sinta-o tomar espaço na região, liberando a tensão contida, que faz com que a sensibilidade fique bastante diminuída.
d. Contraia a musculatura interna da vagina e do colo do útero. Tome consciência dessa região, porque é uma parte do corpo que não se vê. Em seguida relaxe.
e. Deitada no chão, com os olhos fechados, movimente a bacia para cima, para baixo e para os lados, percebendo como o quadril se encaixa no solo.



Apesar de culturalmente acreditar-se no contrário, na fase adulta a masturbação continua sendo uma importante fonte de gratificação sexual e, para muitas mulheres, constitui-se no único meio de obtenção de orgasmos.

Através dela, a Mulher pode sentir-se dona do seu próprio prazer, sem precisar submeter-se a uma relação a dois não gratificante apenas para obter prazer sexual, além dela poder tornar-se uma demonstração de amor próprio, visto que este será um tempo que ela dedicará só a exploração do seu próprio corpo e à procura do prazer. É um momento reservado para ouvir os desejos do corpo.

Como funções mais específicas desta fase, pode-se citar:
- relaxar após actividades stressantes;
- compensar a ausência de um parceiro;
- aliviar a tensão sexual após a cópula entre parceiros que funcionam em ritmos diferentes e que não tenham alcançado o orgasmo;
- imprimir aos jogos eróticos uma NOVA FORMA DE OBTER PRAZER libertando-se dos reducionismos da mera penetração vaginal, tão comum nos relacionamentos prolongados;
- isentar-se de um relacionamento arriscado e descompensador;
- viver um prazer autoconquistado, isentando-se da dependência emocional que ocorre na relação a dois;
- libertar a criatividade e a fantasia vivenciando situações que muitas vezes não são aceitas pelo (a) parceiro (a);
- obter a erecção desejada para a realização da cópula.




"Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar

e então são os meus
já os teus dedos

e são meus dedos
já a tua boca
que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca

Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde

E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde

E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios

que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma"

Maria Teresa Horta

quarta-feira, agosto 29, 2007

CONHEÇAM , EXPLOREM E FALEM !!!!!

SEXUALIDADE FEMININA - 2ª PARTE

Conheçam, explorem e falem !
Conheçam, explorem e falem !
CONHEÇAM
EXPLOREM
FALEM




Na mulher a resposta sexual feminina é muito mais complexa do que a masculina. Envolve decisão, estímulos sexuais adequados, motivação, processamento biológico e psicológico, excitação, desejo sexual, e múltiplas razões para iniciar e concordar com a interacção sexual.

Na sexualidade feminina pela sua complexidade, interagem diversos factores como por exemplo stresse, depressão, fadiga, interacções sexuais pouco excitantes, restrições sociais, inadequação do parceiro...que levam à tal AUSÊNCIA DE RESPOSTA SEXUAL.

A própria sociedade encarregou-se de atribuir conceitos discriminatórios a sexualidade feminina passando por rótulos como "mulher frígida" até como "mulher ninfomaníaca", sendo-lhe deste modo atribuído e perpetuado com um carácter disfuncional. Isto acontece face ainda ao desconhecimento do funcionamento do aparelho sexual feminino e dos factores subjacentes à resposta sexual.

ÓRGÃO SEXUAL FEMININO:( vamos recapitular de forma mais simples)

A vulva
Os órgãos externos ou genitais da mulher estão contidos numa área chamada vulva. A vulva está situada entre as coxas e encontra-se limitada pelo ânus e à frente pelo monte-de-vénus (mon púbis).
O mon púbis é a área em que se encontra coberta pelos pêlos púbicos. O orifício da vagina fica entre os pequenos lábios ( lábia minora) da vulva. São divididos em duas metades: esquerda e direita por uma fenda. Os lábios exteriores da vagina são chamados de lábia majora (lábios maiores). A pele desta superfície exterior é áspera e pilosa ( o equivalente masculino ao escroto)

Os pequenos lábios possuem uma pele suave que recobre a superfície interior. Variam de cor. Frequentemente um lábio é maior do que o outro. Normalmente ambos os lábios aumentam e acentuam a cor durante a excitação sexual. Os lábios juntam-se abaixo do clítoris.


O clítoris
Técnica e anatomicamente, o clítoris corresponde ao pénis, e tal como o pénis sofre uma erecção quando sexualmente excitado. O clítoris é muito mais pequeno, varia consideravelmente de mulher para mulher, entre 2 a 13 milímetros, mas a sua dimensão não está relacionada com a capacidade de prazer sexual.
O clítoris situa-se entre as partes da frente dos pequenos lábios. Consiste numa haste e numa cabeça, sendo a cabeça ligeiramente bulbosa, aparte final do órgão. A cabeça é muito sensível. O clítoris quando excitado enche-se de sangue e sofre uma erecção, embora para se produzir esta excitação não seja necessário uma estimulação directa. Tocando e mexendo na vulva, à volta do clítoris, e nos pequenos lábios, provoca-se uma excitação no clítoris, distendendo-se com o enchimento dos vasos sanguíneos.
Quando se pratica a masturbação o clítoris deve ser é estimulado directamente e com regularidade durante algum tempo. As técnicas variam de mulher para mulher. Algumas mulheres conseguem obter prazer manipulando a haste mas outras preferem directamente o terminal nervoso.
Durante as relações sexuais o clítoris é estimulado indirectamente pelo pénis pressionando a área da vulva. Isto pode ser muito excitante para bastantes mulheres e normalmente as posições melhores para este tipo de estimulação são as da mulher por cima ou as posições de lado. Algumas mulheres não conseguem ser suficientemente estimuladas de modo a chegarem ao orgasmo por este método e preferem uma estimulação manual directa no clítoris, quer por auto-estimulação durante o sexo, quer com a ajuda do parceiro.


A Vagina
Abaixo do clítoris está o orifício da uretra ou canal urinário; abaixo o orifício vaginal. A entrada é denominada o introitus (o hímen intacto de uma mulher virgem cobre esta entrada).
Os himens variam bastante e atribui-se uma importância exagerada a esta membrana. É o símbolo da virtude, mas se não está intacto, isso não prova que a rapariga não é virgem. Algumas mulheres virgens possuem uma entrada mais larga onde o hímen pode ter sido esticado ou perfurado face à prática de desporto, inserção de tampões ou dos próprios dedos.
Outras mulheres possuem um hímen espesso e duro, o que torna difícil e doloroso a penetração. Muitas vezes é necessário uma pequena cirurgia quando este caso se verifica.

A vagina é o caminho entre o útero e a vulva. Anatomicamente a função da vagina é conter o pénis erecto e permitir que ele deposite o sémen perto do útero, para que este possa fertilizar um óvulo. Além desta função a vagina também dá prazer. A estimulação da vagina desempenha um papel importante na excitação da mulher e na condução ao orgasmo. O espaço dentro da vagina quando não está em actividade está encostado uma à outra obliterando o espaço. As paredes da vagina possuem bastante elasticidade e são capazes de admitir pénis de qualquer tamanho.

A vagina está concebida para acomodar a cabeça de um bebé durante o parto.
Quando a mulher começa a estar excitada, a vagina é lubrificada, permitindo o aumento das paredes vaginais. Quando o pénis penetra a vagina, o espaço abre-se de acordo com o comprimento do órgão masculino.
Alem de dilatar para admitir a grossura do pénis, a vagina também pode alongar para acomodar o seu comprimento. É necessário no entanto que amulher esteja bem lubrificada para não sentir dores com a penetração.

A lubrificação genital, não acontece só com o contacto directo, mas também por pensar ou ler sobre assuntos sexuais ou ver imagens relacionadas com sexo.

A parede vaginal é formada por duas camada de tecido o forro interior que é suave e húmido e a camada exterior que é espessa. Durante o orgasmo um terço da parte exterior da vagina sofre uma série de fortes contracções rítmicas. Este musculo que rodeia o orifício da vagina e que também chega à sua parte interior, rodeando o ânus denomina-se de musculo pubio-coccígeo. Este músculo pode contrair-se voluntariamente e durante as relações sexuais pode rodear o pénis mais firmemente e provocar uma excitação adicional.

A história pessoal e as experiencias de cada mulher determinam o estádio presente do comportamento sexual.

A aprendizagem é inerente ao ser humano e a educação sexual desempenha um papel importante na vida, pois como somos também seres sexuais, a forma de vivenciarmos a nossa sexualidade está relacionada igualmente com a nossa competência sexual; é que a incompetência sexual deriva da ignorância sobre como actuar no sexo.





Conhecer a maneira de estimular o clítoris com a mão durante a auto-masturbação ou masturbação efectuada pelo parceiro, é um problema de exploração e medo de conhecer o corpo. A partir da exploração e da manipulação é que se identificam as áreas que produzem maior prazer ou desencadeiam o orgasmo.

O conhecimento de como dar prazer é muitas vezes incompleto, quer por falta de imaginação, timidez, falta de comunicação, dificuldade em dar voz às sensações...

A anatomia feminina continua ainda um grande bicho com mais de 7 cabeças para o sector masculino. Muitos homens não sabem que o orgasmo é importantíssimo para a mulher!!!!

Alguns não sabem quais são as zonas prazerosas e erógenas da mulher!!!
Muitos não conseguem entender o ritmo sgundo o qual ela deseja ser levada sexualmente!!!

Outros não sabem mais do que 2 posições sexuais diferentes!



Assim homens, explorem o corpo da vossa mulher, esposa, namorada, companheira, amiga...explorem...EXPLOREM!!!

Assim mulheres falem, falem daquilo que vos dá prazer e encaminhem as mãos do vosso homem, marido, namorado, companheiro, amigo... para aonde vos dá prazer! FALEM!!!



(artigo de Raquel Figueiredo publicado na
revista Bons Vicius)

SEXUALIDADE FEMININA






Iª PARTE
APARELHO SEXUAL FEMININO


"O aparelho genital feminino é composto por órgão sexuais externos e internos. O conjunto de orgãos externos e internos visíveis que compõe a genitália feminina é chamado vulva, ou seja, o monte de Vênus, os grandes lábios, os pequenos lábios, o clitóris.






Os Órgãos Sexuais Externos

Monte de Vênus

O monte de Vênus ou monte pubiano ou púbico é a parte da vulva constituída de tecido gorduroso e recoberta de pêlos após o início da puberdade.

Grandes Lábios

Os grandes lábios, também conhecidos por lábios vulvares ou lábios maiores, são constituídos predominantemente de tecido gorduroso. São duas dobras de peles longitudinais que podem estar revestidas de pêlos (após a puberdade) que se estendem lateralmente a partir do monte de Vênus, e que se unem em estado de repouso para cerrar a abertura vulvar.

Pequenos Lábios

São duas dobras longitudinais situadas entre os grandes lábios dotados abundantemente de terminações nervosas e vasos sangüíneos. São mais delgados que os grandes lábios e, em sua parte superior fundem-se para formar o capuz do clitóris chamado prepúcio clitoriano ou clitoridiano. Fundem-se na parte inferior, terminando a vulva, para formar a fúrcula. A coloração dos pequenos lábios em estado de excitação aumenta de intensidade assumindo um vermelho arroxeado, ao mesmo tempo em que se distendem em toda a sua extensão devido à maior irrigação sangüínea.

Clitóris

É o órgão erétil da mulher composto de uma glande e um corpo, similar ao pênis localizado na junção dos pequenos lábios no topo da fenda vulvar, logo abaixo da sínfise púbica. É uma estrutura de elevada sensibilidade devido às inúmeras terminações nervosas. É coberto pela porção superior dos pequenos lábios que formam o prepúcio clitoriano. Quando estimulado o clitóris se torna túmido de sangue aumentando de tamanho. À medida que a excitação sexual é intensificada e aproxima-se o orgasmo, o clitóris retrai-se sendo envolvido pelo capuz para retornar ao estado de repouso quando a estimulação for suspensa.

O Vestíbulo

É a região envolta pelos pequenos lábios contendo as aberturas da vagina e do meato uretral.



Os Órgãos Sexuais Internos





Hímen


É uma membrana mucosa delgada que obstrui parcialmente a vagina, popularmente conhecida como cabaço. A maioria dos estudos admitem que o hímen não possui nenhuma função fisiológica, embora outros o referem como uma barreira protectora na recém-nascida devido ao seu elevado potencial de acidez. O tamanho e o seu formato podem variar entre as mulheres. Ele pode possuir uma ou mais aberturas para permitir o fluxo menstrual após a puberdade. O hímen mais comum é o do tipo anular e o seu rompimento pode acontecer na primeira relação sexual. Os fragmentos remancescentes do hímen são denominados carúnculas.

Alguns hímens são facilmente rompidos, enquanto outros podem oferecer maior resistência. O coito não é a única condição para o seu rompimento, embora ele seja considerado culturalmente um símbolo de virgindade. Alguns hímens são flexíveis e podem ceder à penetração de um dedo. Há casos em que o hímen cede à penetração do pênis e não se rompe a não ser através do primeiro parto ou por interferência cirúrgica (hímen complacente).

Dependendo das condições do coito, o rompimento do hímen pode causar dor e hemorragia em maior ou menor intensidade. Muitas mulheres, devido à prevalência do prazer, referem não sentir dor, ou no máximo, um pequeno desconforto. A apreensão decorrente das crenças, a falta de informação, vergonha ou culpa, o comportamento inadequado do parceiro, a falta de lubrificação e possíveis experiências traumatizantes anteriores podem podem causar desconforto e dor durante o coito.



Glândulas de Bartholin

Também conhecidas como glândulas vulvovaginais, estão localizadas em cada um dos lados do orifício vaginal e produzem uma ou duas gotas de fluído. Embora estes fluídos sejam secregados durante a excitação, eles não desempenham nenhuma função importante para a lubrificação vaginal. Seus condutos estão próximos à entrada da vagina.

Uretra

A uretra é um canal de curto trajecto que estende-se desde a bexiga até o vestíbulo. É o canal por onde é transportada a urina e substância excretada pelas glândulas uretrais. A necessidade de urinar após o coito é decorrente, possivelmente, da pressão indireta do pênis sobre a bexiga ou devido à pressão da pélvis masculina sobre o baixo ventre da mulher.

Vagina

É um tubo achatado constituído por músculos e membranas cuja extensão vai da vulva até o útero, medindo aproximadamente 7,5 a 12,5 centímetros de comprimento. As paredes vaginais tocam-se em estado de repouso e alongam e distendem quando em estado de excitação e durante o processo de parto para facilitar a passagem do bebê. As paredes vaginais possuem, em toda extensão, dobras ou pregas chamadas rugas.

Durante a excitação sexual, surgem através das paredes vaginais gotículas de fluído humidificando-a totalmente. Estes fluídos são oriundos do distendimento vascular nas paredes vaginais devido ao aumento do fluxo sangüíneo, servindo de lubrificação para a facilitação do coito.

As paredes internas da vagina não possuem muitos nervos e, por isso, são pouco sensíveis. O terço externo da vagina, mais precisamente em volta da abertura vaginal, é mais enervado, portanto mais sensível ao toque.

A vulva e a vagina possuem um odor característico e que se exacerba à medida que a excitação aumenta. Em condições normais de asseio, este odor não significa necessariamente que a mulher esteja com alguma infecção ou que não tenha tido higiene apropriada. A intensidade do odor varia de mulher para mulher, servindo muito mais à excitação que à repulsa. Em casos de infecção ou irritabilidade pode ocorrer corrimentos com odores fortes e desagradáveis, sendo aconselhável uma consulta ginecológica.

Colo Uterino

É a parte estreita do útero que comunica diretamente com o fundo da vagina, possuindo uma pequena abertura em forma de boca. O colo do útero é contrátil e expansível para facilitar o processo de parto. O fluxo menstrual proveniente do endométrio, passa através do colo uterino e, daí, para a vagina e ser expelido para fora. Os espermatozóides, por sua vez, quando ejaculados na vagina, passam pelo colo uterino, útero até atingir as trompas de Falópio.

O colo uterino secreta uma substância chamada muco cervical, cujas características se modificam no transcorrer do ciclo menstrual, servindo de referência aos dias prováveis de fertilidade ou não para quem faz uso do método natural de anticoncepção denominado método de Billings.

Útero

É um órgão muscular que segue em continuidade com o colo uterino, possuindo uma cavidade que se estende para as trompas de Falópio (direita e esquerda). Possui o tamanho correspondente a um punho adulto fechado, ou seja, em torno de sete e meio a 10 centímetros de comprimento por sete e meio centímetros de largura. Sua forma é parecida com uma pera voltada com o talo para baixo. Durante a gravidez, ele chega a 27 a 30 centímetros de comprimento.

O útero possui a parede espessa que é consideravelmente extensível para hospedar um feto que desenvolve durante nove meses. Após o parto as paredes do útero se restabelece espontaneamente ao estado original de repouso.

O útero é composto de três camadas de tecido e músculo, sendo a mais interna chamada endométrio, ou seja, a que cobre o corpo uterino. Após a puberdade, o endométrio passa a ter a função de nidação para o óvulo fecundado. Quando a fecundação não acontece, os vasos sangüíneos formados para servir de meio de nutrição para o embrião, se rompem produzindo uma hemorragia transitória chamada menstruação. Este fenômeno acontece comumente uma vez por mês. A segunda camada uterina é resistente e flexível sendo constituída de músculo, recebendo o nome de miométrio. O miométrio está situado entre o endométrio e o perimétrio. O perimétrio é a terceira camada uterina e sobrepõe as duas primeiras.

O útero é sustentado e mantido em sua posição, na região pélvica, graças a três ligamentos denominados ligamento largo, ligamento redondo e ligamento útero-sacro.

Durante a excitação sexual o útero levanta-se.

Trompas de Falópio

As trompas de Falópio são dois condutos, medindo de 10 a 14 centímetros de comprimento cada, situadas uma de cada lado na porção superior do útero. Possuem um diâmetro médio de 1,5 centímetro. As extremidades superiores das trompas de Falópio se abrem em franjas, próximas aos ovários, sendo chamadas de fímbrias. As fímbrias não se comunicam diretamente com os ovários, mas os envolvem como se fossem mãos. O óvulo, ao ser liberado pelo ovário, é captado pela fímbria (direita ou esquerda - depende do óvulo que o produziu) e, daí, é transportado através das paredes da trompa sendo conduzidos por cílios existentes na extensão tubária. Os cílios são similares a pêlos e possuem movimentos que facilitam a viagem do óvulo em direção ao útero para o possível encontro com os espermatozóides e, por conseguinte ser fecundado. Em condições normais, a fecundação acontece na porção superior de uma das trompas de Falópio, desenvolvendo-se o ovo a partir daí para completar o desenvolvimento do embrião no útero.

Ovários

Os ovários são dois órgãos que as mulheres possuem, localizados um de cada lado nas proximidades da parte superior do útero. Comunicam-se indiretamente ao útero através da liberação do óvulo e captação do mesmo pelas fímbrias tubárias, estando sustentados pelos ligamentos ovarianos.

Têm a forma de amêndoas e medem aproximadamente 4 centímetros de comprimento por 2 centímetros de espessura e 2,5 centímetros de largura. Possuem duas funções importantes, agindo como glândulas de secreção interna na produção dos hormônios estrógenos e progesterona. Os estrógenos são os responsáveis pelo desenvolvimento sexual feminino, enquanto a progesterona atua no processo de gravidez, passando diretamente dos ovários para a corrente sangüínea. A outra função importante dos ovários está ligada ao desenvolvimento dos óvulos (ovulação). Os ovários, portanto, funcionam como glândulas endócrinas e como gônadas.

Ao nascer, a mulher já possui em torno de 400 mil óvulos imaturos nos dois ovários. Eles ficam contidos dentro de um envoltório chamado folículo. Ao chegar a puberdade, entre 10 e 14 anos, algumas modificações são efetuadas no interior dos folículos (por ação de hormônios) para favorecer a fertilidade do óvulo. Ao completar o amadurecimento, o óvulo é liberado pelo folículo, captado pelas fímbrias tubárias e transportado através da trompa de Falópio correspondente (direita ou esquerda) para, possivelmente, ser fecundado pelo espermatozóide. A fertilidade da mulher é transitória, começando na puberdade e terminando quando inicia a menopausa, quando os ovários deixam de processar a ovulação."

terça-feira, agosto 28, 2007

Sexo depois dos 55 ( conclusão)

E necessário que se reconheça que:
- O coito não é o único caminho para o prazer no idoso;
- O pénis e um órgão proporcionador de prazer mas não o único;
- A vagina não é o único receptor de prazer da mulher;
- Um órgão importante é a pele – tocar é bom; descubra o prazer do outro através do tacto e das carícias;
- Explorar zonas do corpo, novas posições, fantasias;
- Contemplar as sensações eróticas de abraços, beijos, carícias, massagens, olhares;
- Cultivar o gosto pelas viagens e passeios de convivência; inscrever-se em universidades para a 3ª idade, associações, clubes; criar novas actividades;
- Não eliminar a possibilidade de segundas-núpcias;
- Não deixar que a lembrança das outras relações amorosas dominem o presente impedindo/a de viver

O prazer ainda existe e persiste – cultive-o

alterações corporais na Mulher após os 55 (Lopez & Fuertes, 1999)

- Surge a menopausa
- Diminuição do tamanho da vagina, dos seios, da lubrificação vaginal;
- Distribuição da gordura deixar de ser tipicamente feminina;
- Diminuição das alterações fisiológicas que acompanham a resposta sexual;
- Alterações ocorridas na vagina poderem tornar o coito doloroso.
- O desejo mantém-se embora as reacções sejam mais lentas

As alterações biofisiológicas no homem após os 55 (Félix Lopez & Fuertes, 1999)

Ø Diminuição da produção de esperma e testosterona;
Ø Erecção mais lenta e com necessidade de maior estimulação;
Ø Elevação menor e mais lenta dos testículos;
Ø Redução da tensão muscular durante a actividade sexual;
Ø Alargamento do período refractário.
Ø Diminuição do tempo de manutenção da erecção tendendo à perda da erecção com preliminares prolongadas, a não ser se houver estimulação local e táctil da genitália masculina;
Ø Aumento da rapidez ejaculatória, perda parcial do controle ejaculatório progressivamente;